
Apesar das tentativas das entidades do setor rural, o governo federal não cedeu nas taxas de juro da medida provisória de 6%, 8% e 10%, anunciada na Expointer. Para quem está bem endividado e por incidirem no longo prazo, são elevadas. Mas ficam abaixo do mercado, ainda mais considerando que a taxa de juro Selic, definida pelo Banco Central e referência do mercado, está em 15%.
Mas por que o governo federal não cedeu neste ponto, sendo que aumentou prazo de pagamento (para 9 anos com um de carência) e quantia a ser negociada (R$ 12 bilhões) ao longo da semana de negociações? Porque ficaria com juro abaixo do Plano Safra, o que complicaria a condução da política econômica agrícola.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)



