
O plano da Havan é chegar em 2026 a 25 lojas no Rio Grande do Sul. A rede de Santa Catarina abriu sua primeira unidade aqui em 2018 e está com 18 operações. As próximas ficarão em Uruguaiana, Novo Hamburgo, Taquara, Garibaldi, Caxias do Sul e Esteio. É preparada ainda mais uma para Porto Alegre, na Avenida Cavalhada, Zona Sul.
A previsão foi dada à coluna pelo presidente da Havan, Luciano Hang, durante conversa provocada pelo secretário estadual do Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, durante a Expointer. Polo, aliás, organizou recentemente um almoço a pedido do empresário para reencontrar o ex-governador José Ivo Sartori.

Por uma década, a Havan tentou entrar no Estado, mas dizia esbarrar em burocracias. No início de 2018, na NRF (feira de varejo nos Estados Unidos), o empresário deu entrevista à coluna em Nova York junto com o então presidente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre (Sindilojas POA), Paulo Kruse, na qual manifestou manter seu desejo pelo mercado gaúcho. Logo após, foi contatado pelo Palácio Piratini e por prefeitos que queriam os investimentos. À época, a economia ainda se ressentia da longa recessão de 2015/2016. Em questão de meses, abriu a primeira loja.

Atualmente, cada loja da Havan exige investimentos que vão de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões. A empresa já tem 5 mil funcionários no Rio Grande do Sul, onde investiu R$ 3 bilhões, calculou Hang à coluna.
O empresário, aliás, também investiu R$ 750 milhões na construção de quatro pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) no Rio Grande do Sul. Mas não tem planos próximos para o segmento.
— Agora, é loja e loja. A inauguração de Canoas agora foi uma loucura — afirmou.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)

