
A primavera chega com a expectativa para a retomada no cultivo de oliveiras no Rio Grande do Sul. Foram duas quebras, que reduziram a um terço a produção recorde de 580 mil litros de azeite de oliva em 2023. As enchentes impediram a formação das azeitonas e danificaram pomares. Ao comemorar os sete azeites de oliva gaúchos no ranking Flos Olei 2026 dos 500 melhores do mundo, o presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Flávio Obino Filho, atualiza a projeção para 2026: "Está indo muito bem até agora". As condições estão até melhores do que em 2022. Ou seja, podemos vir a ter novo recorde, a depender da primavera.
— Tivemos a maior quantidade de dias de frio dos últimos 20 anos. A florada está excepcional. Agora é torcer que não tenha muita chuva nem geada tardia. A primavera é que define — detalha.

O Rio Grande do Sul é o coração da olivicultura no Brasil, com área plantada de 6,2 mil hectares — 5 mil já em idade produtiva. São 325 produtores distribuídos em 110 municípios. Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro ganham espaço.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: reestruturação da Cotribá, indústria de casa nova e empregos catarinenses no RS
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)




