
Assim como a de desemprego e reforçando que o mercado segue aquecido, a taxa de subutilização da força de trabalho no Rio Grande do Sul caiu ao menor patamar já registrado na pesquisa do IBGE, iniciada em 2012: 9,5% das pessoas que estão trabalhando. Houve outro trimestre, em dezembro de 2024, no qual ela atingiu este piso. Tratam-se de pessoas que estão trabalhando menos horas do que poderiam.
A "população subocupada" foi estimada em 593 mil gaúchos no segundo trimestre. São 60 mil a menos do que no primeiro trimestre de 2025 e 187 mil do que no mesmo período de 2024.
Informalidade
Quarta menor do país, a taxa de informalidade no Estado foi de 31,1% da população ocupada, representando 1,8 milhão de trabalhadores informais (sem carteira assinada, no caso de empregados, e sem CNPJ, no caso de empreendedores). Caiu na comparação com o trimestre imediatamente anterior a com o mesmo do ano passado.
Na mesma linha, o Rio Grande do Sul tem 81,2% dos empregados do setor privado com carteira assinada. É o terceiro maior percentual do país, atrás apenas de Santa Catarina (87,4%) e São Paulo (82,9%).
Desalento
Já a taxa de desalentados manteve-se em 0,9%, embora tenha caído o número. São estimados em 55 mil o número de gaúchos que desistiram de buscar trabalho.
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