
O Rio Grande do Sul está com 246 escolas públicas com internet de alta velocidade dentro do programa Aprender Conectado, do governo federal, que usa dinheiro do leilão do 5G para a implementação. Segundo a Entidade Administradora da Conectividade das Escolas (Eace), isso atinge 30 mil estudantes.
A meta nacional é conectar 38 mil instituições de ensino até o fim de 2026, com R$ 3,1 bilhões. O Rio Grande do Sul não era prioridade - dada inicialmente a Norte e Nordeste -, mas passou a ser após a enchente. Assim, as 773 escolas que receberão a conexão foram antecipadas e terão o acesso até o final de 2025.
A Eace é formada pelas operadoras Vivo, Claro, TIM e Algar para conduzir esta contrapartida exigida pelo governo federal. Além dos ministérios da Educação e das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) articula o programa.
Segundo o presidente da Eace, Flávio Santos, quando a escola fica até 10 quilômetros da rede de fibra óptica, são instalados postes e leva-se a fibra até o prédio. Se a distância for maior, acrescenta-se frequência por rádio ou via satélite. Dentro da escola, é instalado Wi-Fi com modem e pontos de acesso para ser usado por professores, gestores e alunos, com foco em videoaulas e pesquisas online. Sites como redes sociais são bloqueados.
Em tempo: a iniciativa também forneceu geradores de energia solar para mais de 1,1 mil escolas do país. No Rio Grande do Sul, diz que isso não foi necessário.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: socorro ao exportador, corrida por hidrogênio verde e troca de supermercados na praia e mais
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)





