Espera-se que agora o juro do empréstimo consignado CLT realmente caia. O Congresso aprovou a regulamentação do uso de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de 100% da multa rescisória como garantia no caso de demissão do trabalhador, já que a prestação é descontada da folha de pagamento. Isso reduz o risco de inadimplência, o que, em tese, permite que bancos e financeiras cobrem taxas menores.
Por enquanto, o juro do consignado privado, conforme os dados do Banco Central, ainda está maior do que quando foi lançado o Crédito ao Trabalhador em março, com a promessa do governo federal de que os empréstimos ficariam "menos caros". O programa não estabeleceu limite para o juro. Atualmente, há taxas médias que vão de 21% a 99% ao ano. Confira aqui: Veja as taxas de 41 bancos e financeiras.
Em tempo, a margem consignável é de 35% do salário bruto. Ou seja, o percentual fica maior se considerado o valor líquido que efetivamente é pago ao trabalhador. Como muitos têm outros descontos, há casos em que as pessoas estão recebendo o salário ZERADO.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)


