Rio Grande está turbinando seu charme para a gigante chinesa de tecnologia Huawei. A ideia é atrair um centro de distribuição ou uma fábrica mesmo, conta o secretário Municipal de Desenvolvimento, Inovação e Economia do Mar, Vitor Magalhães.
Ainda no mês passado, como já se noticiou, uma comitiva apresentou a cidade à direção da empresa. O secretário disse que os executivos estão muito receptivos desde então.
- Ainda é um contato embrionário, mas ficamos de marcar visita ao centro de distribuição deles em Sorocaba (SP). Será o próximo passo - diz, acrescentando que já se conversou sobre como estudantes de universidades de Rio Grande poderiam conhecer a atuação da empresa, já projetando mão de obra para um eventual projeto.
O leque de atuação da Huawei é grande. Em junho, voltou a vender celulares no Brasil após cinco anos, lançando os modelos mais caros do mercado, cujo tamanho fez a empresa tomar a decisão. Um dos equipamentos custa R$ 33 mil. O Huawei Mate XT Ultimate se dobra em três partes.

Além disso, a chinesa quer apostar também em data centers. Para isso, aguarda medida provisória do governo federal que prevê isenções tributárias para os equipamentos. Por fim, também está de olho no leilão previsto para 2026 para contratação de bateriais para o sistema elétricos.
No ano passado, a coluna visitou o complexo da Huawei em Dongguan, na China.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)




