
Uma das estratégias do presidente Lula é fomentar uma pressão interna nos Estados Unidos contra o presidente Donald Trump, para que recue no tarifaço de 50% anunciado para o Brasil a partir de 1º de agosto. Para isso, estuda maneiras de sensibilizar o consumidor e o importador, especialmente com o possível aumento de preços por lá. Leia-se inflação.
Após a reunião com empresários, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse ter provocado os exportadores para conversarem com seus parceiros comerciais norte-americanos. Ou seja, apresentar os impactos negativos para gere lá esta onda de rejeição.
Lembrando que a inflação nos Estados Unidos cresceu na pandemia, algo com o que os norte-americanos não lidavam há 40 anos. No governo de Joe Biden, até houve uma retração, mas não o suficiente, o que fez que esse fosse inclusive um dos motivos para Trump vencer a eleição.
Em um primeiro momento, Trump disse que as tarifas para importação não aumentariam preços. Depois, admitiu que sim, mas que seria temporário e afirmou que o norte-americano aguentaria, para que houvesse a reindustrialização do país.
A guerra comercial é, neste momento, o que está fazendo o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) não ter iniciado ainda o corte da taxa de juro.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)


