
Com uma nova oferta posta à mesa, de R$ 46,2 milhões, encerrou o prazo para envio de propostas para comprar os dois principais prédios do complexo industrial da Paquetá em Sapiranga, no Vale do Sinos, não arrematados em leilão. O novo interessado, da Serra, ainda não foi identificado.
Até então, outra empresa havia oferecido R$ 29,52 milhões para a estrutura, que é avaliada em R$ 72,683 milhões. A Justiça ainda tem que homologar o resultado, explica a leiloeira Joyce Ribeiro, que considera bom o valor oferecido.
— É um dos maiores ativos industriais disponíveis no Sul e o valor alcançou 64% do de avaliação — ressalta.
Juntas, as duas edificações somam 43 mil metros quadrados de área construída e quase 60 mil metros quadrados de terreno, localizado na Rua Vinte e Cinco de Julho, pegando os bairros Centro e São Jacó. O valor da venda irá, principalmente, para pagar créditos trabalhistas.
Encerramento da produção
Atualmente, apenas uma pequena operação industrial da Paquetá funcionava em Sapiranga, com poucos empregados. As demais operações fabris, tanto aqui quanto no Nordeste, foram vendidas, cedidas ou encerradas. A empresa ficou em recuperação judicial por quatro anos.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: corte de produção na GM, marca de combustíveis da Malásia e lojas de milkshakes pelo RS
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)
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