
Está começando a demolição do prédio onde ficava um Nacional fechado há 10 anos, quando a marca ainda era do grupo norte-americano Walmart. O terreno fica na Avenida Protásio Alves, na altura do bairro Rio Branco, em Porto Alegre. Quem avisou a coluna foi o próprio diretor do Bistek, Walter Ghislandi, rede que construirá um supermercado no local.
A empresa aguardava a autorização para início da demolição. A edificação estava abandonada e completamente pichada. Aliás, o cercado de metal colocado no entorno também já está vandalizado. Agora, enquanto realiza este serviço, a empresa catarinense espera a aprovação para o projeto da nova loja.
A próxima abertura do Bistek no Rio Grande do Sul será de uma loja em Tramandaí, no Litoral, prevista para o início do segundo semestre. A rede entrou no mercado gaúcho há poucos anos e é conhecida por não abrir atacarejos. Seu foco é em supermercados. Cada operação da empresa custa de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões. São lojas com até 2,5 mil metros quadrados aproximadamente. A ideia é chegar a 12 pelo Estado.
Para 2025, o plano é faturar R$ 3 bilhões. O mercado gaúcho participa com 17% desta venda, mas a intenção é chegar a 35% no médio prazo e, no futuro, vir metade de Santa Catarina e metade do Rio Grande do Sul. Provavelmente, isso exigirá um centro de distribuição em território gaúcho.
Colaborou Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Guilherme Jacques (guilherme.jacques@rdgaucha.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)
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