
Dois lances capitais, duas decisões corretas. Este foi o resumo da atuação de Wagner Echevarria no empate em 1 a 1 entre Grêmio e Juventude.
O árbitro teve desempenho seguro e contou com o auxílio do VAR para conduzir com precisão uma partida em que manteve bom controle disciplinar do início ao fim.
O primeiro lance aconteceu fora da disputa de bola. Léo Índio agrediu Arthur com um soco na cabeça enquanto os dois corriam em direção à área.
Echevarria não percebeu a infração em campo. O VAR, comandado por Marcello Neto, agiu com rapidez e chamou para a revisão.
No monitor, a agressão ficou evidente. Cartão vermelho direto corretamente aplicado e falta marcada para o Grêmio. O protocolo funcionou.
O segundo momento exigiu leitura e personalidade. Enamorado entrou na área pelo lado direito, ganhou a frente do marcador e desacelerou a passada, deixando a perna esticada para buscar o contato.
A queda foi exagerada e incompatível com a dinâmica do lance. Bem posicionado e próximo da jogada, o árbitro marcou tiro livre direto e aplicou cartão amarelo por simulação. Decisão imediata e precisa.
Em uma semifinal com ambiente de pressão, a arbitragem foi segura quando mais precisou. Usou a tecnologia de forma adequada e, no campo, assumiu a responsabilidade. Acertou nos dois lances que poderiam mudar o rumo da partida.






