
Dos percentuais de chances (taça, G-4, Pré-Libertadores, Sul-Americana), o mais assustador, claro, é o do Z-4. Só que é também o mais vulnerável a fatores externos imprevisíveis. Quem já tem o seu objetivo assegurado se desmobiliza na reta final e pode influir na parte inferior da tabela.
Imagine pegar Flamengo e Palmeiras brigando por título nas rodadas 37 e 38, por exemplo. Em 2025, o Inter entrou na última rodada com 70% de chances e se salvou. Hoje, as chances de rebaixamento, segundo o departamento de estatística da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que vem se notabilizando nesses cálculos sobre futebol, são de 59,2% (Inter) e 22,6% (Grêmio).
É uma estatística que, nua e crua, pode distorcer. Pânico (não tem mais chance de escapar!) ou relaxamento (já pode pensar no ano que vem!) não são bons companheiros na luta diária contra o rebaixamento. Nem tanto ao sol e nem tanto à sombra, como diz o ditado.
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