
A Chape anunciou uma contratação na janela. Trata-se do volante Rosivan, 26 anos. Ele veio do Maranhão. Da Série C. Negociou Neto Pessoa, estrela do acesso no ano passado, com o Sport. Era caro para o que vem por aí. É um clube em reformulação.
No pós-Copa, com Rafael Lacerda, o aproveitamento é de quem escaparia com sobra: 44%. Mas não virou o Real Madrid.
O Inter está jogando menos do que a Chape, mas tem de vencer e, para isso, precisará que Alan Patrick, Carbonero e Bernabei resolvam. Quem mais pode fazer gols, se não eles? Bernabei na lateral? Só com três zagueiros. E olhe lá. Tirá-lo do ataque é perder alguém mais destemido na frente e ganhar uma avenida às costas.
O que não for vitória sobre o lanterna, para o Inter, além de quebrar a calculadora, sinalizará a inevitabilidade do rebaixamento. É um carimbo que colará no peito, com força de puxar o mental para baixo até a última rodada.
Será como olhar o topo do Himalaia desde o chão e ver todo mundo já no meio da escalada.
Ganhar significa somar pontos e impedir um rótulo que não sairá mais. Uma batalha matemática e outra psicológica. Eis as duas batalhas do Inter em Chapecó.
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