
Só se pode falar em favoritismo nos Gre-Nais que decidirão vaga na semifinal da Copa do Brasil como pauta de piloto automático. Grêmio e Inter invadiram o returno juntando migalhas para não cair. São inconstantes, inconsistente e imprevisíveis. Não engatam três boas partidas seguidas. Que dirá ganhar três seguidas no Brasileirão. Aí é milagre.
Será o confronto do roto contra o esfarrapado. Talvez dê para arriscar quem chega melhor, ainda assim mais perto do primeiro clássico, conforme lesões e suspensões. E olhe lá. Do contrário, é insano. O adjetivo "melhor" soa estranho pelo que Grêmio e Inter não conseguem jogar. Na bola, é roleta russa.
Além do mais, fosse Grêmio x Santos ou Inter x Vitória daria para pensar em poupar A ou B em nome da dramática caça por pontos no Brasileirão. Em Gre-Nal, não. Como poupar Weverton, Carlos Vinícius, Villagra ou Bernabei por dores musculares? Nem se fosse Gre-Nal de canastra. O que não tem solução, solucionado está. A corda vai esticar.
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