
O Inter jogou, na casa do Palmeiras, líder do campeonato, durante 20 minutos, com Félix Torres, Juninho, Aguirre e Ronaldo - ao mesmo tempo. Nada contra eles, profissionais sérios e trabalhadores, que inclusive deram conta do recado para suportar a pressão na reta final.
Mas compare com o que tem o Palmeiras - esse é ponto. Paulo Pezzolano sabe que é inferior à maioria dos adversários e organizou o time para proteger os jogadores de suas próprias deficiências, fazendo-os errar menos.
Eliminar o Corinthians e não perder para Flamengo e Palmeiras é façanha para uma equipe com tantas limitações. O Inter só não está afundado no Z-4 e vivo na Copa do Brasil por obra e graça de seu técnico.
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