
Para o Inter, valeu pela valentia e organização tática. Mesmo sem Yuri e Depay, o Corinthians tem muito mais dinheiro, força e qualidade. Sobrou disciplina na estratégia defensiva do Inter. Radical? Sim. Mas se fosse diferente talvez as fragilidades técnicas levassem a erros e eliminação.
Pezzolano foi se virar nos 30. Perdeu Villagra e escolheu Paulinho. Correto. Mexeu quase nada no time. Perdeu por 2 a 1, mas a vaga veio no 2 a 0 do Beira-Rio, quando também apostou na reação, mas conseguiu atacar mais e melhor do que adversário em Itaquera. Só 35% de posse de bola. Menos na primeira etapa, até.
Jogou rigorosamente por uma bola, que veio no chutaço de Bernabei. Sem penetração, o Corinthians ergueu 57 bolas na aérea. Isso é balonismo. Jogo pobre de ambos, ok, mas com triunfo da alma e do coração colorados.
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