
A primeira pergunta foi sobre algumas das barbaridades desta Copa do Mundo nos Estados Unidos. O árbitro somali impedido de entrar no país, por exemplo. Delegações mais revistadas pela segurança do que outras, especialmente as africanas e as de ascendência árabe.
Ícone da luta contra o racismo e o preconceito, Vini Jr. foi econômico. Não veio, como se diz.
— Espero que todos possam desfrutar do futebol. O futebol é para todos.
E parou por aí.
As perguntas seguintes não seguiram nessa temática, talvez porque o jogador brasileiro mais midiático depois de Neymar tenha preferido não dar margem. Claramente, o objetivo era não desviar o foco – ou até o holofote – do campo, pelo menos a 24 horas da estreia.
O Vini Jr. militante de causas relevantes, que se arrisca na luta contra o preconceito, ficou para mais adiante. Do jeito que funciona o império do resultado no futebol brasileiro, boas atuações pela Seleção o ajudarão em sua jornada corajosa. Não deveria ser assim, mas é.
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