
Não importa que o Brasil tenha feito um ciclo todo atrapalhado desde o Catar 2022. E daí que quatro técnicos passaram pelo comando em menos de quatro anos. Geração terrível na comparação com as que foram campeãs e muitas outras que perderam.
Tudo isso explica a mediocridade deste 1 a 1 com o Marrocos, diante de 82 mil pessoas no MetLife Stadium, mas não justifica absolutamente nada.
Essa incompetência toda é culpa do futebol brasileiro. O fato é que o mundo viu um Brasil medíocre, errando passes de metros, com buracos de marcação no meio e, tirando o gol de empate de Vini Jr., beirando a indigência criativa.
Paquetá fracassou. Entregou o gol marroquino. Melhorou um pouco quando passou para a esquerda, invertendo com Raphinha, outro que de novo desapareceu. O gol de Vini surge nesse momento. O lado direito todo, com a Ibañez na lateral direita e Paquetá fechando a linha, foi de uma ruindade colossal.
A melhor notícia foi o fim da primeira etapa, pois o Brasil estava na roda, correndo atrás dos marroquinos. O Marrocos pressionou no primeiro tempo e, quando faltou o gás, baixou linhas. Administrou a segunda etapa. Chance mesmo, no Brasil, só a do seu gol. Somando tudo, 13 a 12 para o Marrocos em finalizações.
Copa do Mundo 2026
Melhorou com Matheus Cunha, fechando pela esquerda, no lugar de Igor Thiago, que jogou como o velho 9 aipim durão, mesmo com a pompa de Premier League. Na hora de atacar, Luiz Henrique e Vini abertos, Cunha de 9 e Raphinha por trás. Assim, pelo menos não foi o vareio do primeiro tempo.
Uma estreia que não honrou a camisa da Seleção pentacampeã do mundo. O mundo deve estar decepcionado com o Brasil, por mais que soubesse das falhas dos últimos anos.
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