
Antes, Vini Júnior havia respondido com um sim a uma pergunta do Eduardo Gabardo, repórter da Gaúcha e meu parceiro do Quarteto de Morristown, aqui nos EUA. O Brasil entra na Copa para ser campeão, em condições de enfrentar as seleções favoritas?
Vini respondeu pela força da camiseta, da tradição, aquela história de buscar o protagonismo perdido. Mas respondeu que sim, pode os ser campeões. Ancelotti, não. O técnico usou sempre, em todas as perguntas do gênero, o verbo competir.
Volta e meia, quando alguma questão levava a uma opinião mais otimista, inclusive para a estreia contra o Marrocos, ele sacava o verbo mágico: competir.
Até sobre bola parada, se pode ajudar, já que o ciclo foi tão confuso.
— Chegamos em condições de competir nesse fundamento.
As favoritas
Mais adiante, sobre a chance de hexa e o seu conceito sobre favoritismos em geral, de Espanha ou França.
— Acho que o trabalho destes últimos meses nos deixa em nível de competição.
Competir, competir e competir. Esse é o mantra operário de Ancelotti para essa Copa do Mundo.
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