
Só em Tetê e Nardoni, o Grêmio investiu R$ 80 milhões. Serão, quando terminar de pagar, R$ 41,7 milhões pelo volante argentino do Racing e R$ 39,6 milhões pelo filho pródigo em seu retorno ao lar.
A nova gestão não decidiria gastar tanto nesses dois jogadores sem convicção, estudo e anuência de Luís Castro. Faz sentido não desistir deles, ainda que estejam rendendo pouco.
O tempo é uma questão no Grêmio. Como lidar com ele é o grande desafio.
Ganhar do Deportivo Riestra e não se complicar ainda mais na Sul-Americana, em casa, contra a 28 campanha das 30 no Campeonato Argentino, um time com nenhuma vitória em 13 jogos, enfim, ajudaria a aumentar esse tempo. Que corre mais rápido no Brasil. Com ou sem Nardoni e Tetê.


