
Papo vai, papo vem, e lá estamos nós diante da mesma encruzilhada. Achei que a concomitância do Brasileiro eliminaria o Gauchão Engana Bobo. Só me faltou um detalhe. Entre os clássicos finais não houve pontos corridos. Tivemos a semana Gre-Nal cheinha, raiz, livre para aquele mergulho local.
As bolhas nas redes sociais vieram com tudo no baixo clero. O pau cantou nesses ambientes tóxicos. Temo que a força da rivalidade tisne as avaliações isentas nos dois lados. Se o Inter remontar o 0 a 3, seu histórico recente sugere cegueira. Ah, o elenco não é fraco, nem precisa se reforçar.
Já ouvi isso antes. No Grêmio, ser campeão da Copa Gre-Nal não fará de Gustavo Martins e Viery a próxima dupla Geromel e Kannemann. Nem de Pavon o lateral argentino na Copa. Erguer taça jogando dois clássicos é uma tentação à soberba. Um canto da sereia. O risco, que julguei morto e enterrado, ainda existe. Tenham cuidado, em vermelho e azul.
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