
Tem muita gente criticando, mas não vejo traição lesa pátria na camisa número dois que o Brasil usará na Copa. O uniforme, azul, marca a primeira parceria da marca de Michael Jordan — que faz parte da Nike — com uma seleção de futebol.
"Ah, mas ele é jogador de basquete". Jordan é muito mas do que isso. Virou um ícone de excelência no esporte, no empreendedorismo. Sua marca redesenhou as fronteiras do business esportivo em todas as modalidades.
Craques do futebol detêm especial fascínio por Jordan. Ronaldinho, por exemplo, o venera. Usa suas roupas. É um estilo de vestir e viver. Jordan foi um atleta genial, mágico, de jogadas impossíveis, corajoso, destemido, vencedor. Quem não quer ser assim?
Receita de sucesso
A escolha da Seleção Brasileira, pela Nike, é uma reverência a um país que vem sofrendo com repetidos fracassos, mas segue como único penta e também único a disputar todas as edições de Copa do Mundo.
Essa camisa Brasil & Jordan vendará feito água. Pode apostar. O público jovem, em vários idiomas, esvaziará prateleiras. Multiplicará pedidos pela internet.
O Brasil estreia na Copa dos EUA, Canadá e México no dia 13 de junho, um sábado, às 19h de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova York, contra o Marrocos. Depois pega o Haiti, na Filadélfia, fechando a primeira fase contra a Escócia, dia 24. Antes disso, em amistoso contra a França, no dia 26 de março, a Seleção de Carlo Ancelotti estreará o segundo uniforme, no Gillette Stadium, em Boston.
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