
O Inter, enfim, ganhou em casa. Sem isso, a Série B seria um dever. Nessa régua de apenas não cair, ok. Somada à vitória na Vila Belmiro contra o Santos, o time de Paulo Pezzolano vai para a data Fifa fora do Z-4. Tira uma tonelada das costas, sim, mas os primeiros pontos no Beira-Rio não vieram com aquela atuação confortável. Não dá para se enganar com entrar no “agora vai” nem em termos de troféu 16º lugar.
A Chapecoense teve chance para sair à frente, antes de Mercado abrir o placar e Alan Patrick confirmar o 2 a 0, de pênalti. O técnico escolheu bem. Mudou a escalação da Vila Belmiro. Lá, volantes para marcar e contra-atacar, valendo-se do espaço concedido pelo Santos.
Em casa, o Inter é que teria de construir esse espaço, e isso se faz com passe e drible. Justificaram-se as voltas de ter Alan Patrick e Carbonero. Passe e dribles são ferramentas básicas para furar retrancas. Villagra foi mantido. Outro acerto. Ele é muito melhor do que Ronaldo. Vitinho não foi bem, mas mesmo ele do que Tabata. Os erros individuais quase prejudicaram a organização e a entrega coletiva. Falta qualidade. Vitória do alívio sobre a Chapecoense, mas um alívio sem festa.
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