
Organizado taticamente e com muita força física para encarar o poderoso Flamengo, o Inter ganhou um ponto no Rio. Vencia até Bernabei cometer um pênalti infantil, a 20 minutos do segundo tempo.
Claro que o bom jogo estratégico de Paulo Pezzolano tem a ver também com a defasagem carioca, que não teve férias no ano passado e praticante não fez pré-temporada. Mas o mérito é todo do Inter. Na escassez, o uruguaio vai montando um time digno. Se jogar sempre assim, não sofrerá para evitar a Série B como em 2025.
O Inter jogou com três zagueiros: Bruno Gomes, Mercado e Victor Gabriel. Pelos lados, dando amplitude, Vitinho e Bernabei. Ronaldo centralizado, um Paulinho correndo e marcando por ele e Alan Patrick. Na frente, a grande notícia. Um Borré de alto nível. Marcou um golaço, padrão Copa.
Aguirre entrou na vaga de Vitinho para reforçar a defesa, mas na mesma função: o corredor. Perdeu gol. Como será tendo de propor, e não apenas especulando? Um passo de cada vez. Pezzolano é o cara desse começo de ano colorado, dentro da régua que se esperava para o Inter em 2026.
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