
O Grêmio de Luís Castro precisava de uma vitória assim, incontestável, contra um adversário forte e com algo essencial nessa fase de construção de time. Falo de superação. O Grêmio saiu atrás, buscou o empate, levou a virada logo depois e, quando parecia mentalmente derrotado, tudo mudou.
Com um segundo tempo de luxo, sem Pavon, que saiu jogando para ajudar a defender, e com Amuzu, o Grêmio liquidou o Botafogo sem piedade: 5 a 3, com três de Carlos Vinícius. São 20 gols em 22 jogos. Quantos tiveram tal média no Grêmio logo na chegada? Produção ofensiva? Essa sempre houve, mesmo no primeiro tempo de derrota.
O que faltava era equilíbrio. Na hora de defender no 4-1-4-1, espaço entre as linhas. O gol cedo do fazedor de gols Vini ajudou, mas na segunda etapa, com ajustes defensivos e uma avalanche ofensiva que também ajudou o Grêmio a se proteger, a vitória incontestável nasceu. O Grêmio precisava dela.
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