
Luís Castro arriscou o fôlego de seus titulares contra o Novo Hamburgo, no sábado, com medo de cair no Gauchão. Como levantei a questão antes, posso mencioná-la: a que custo, no Morumbi?
Noriega, Vini, Wagner Leonardo, Amuzu, Edenilson, o próprio Willian — todos sem força. São jogadores chave. Vini mal tocou na bola. Arthur ficou sozinho no mundo. O tripé Noriega, Edenilson e Arthur não criou nada e defendeu pior ainda também por isso.
O São Paulo fez 1 a 0 de pênalti, mas poderia ter sido quatro só no primeiro tempo. A marcação frouxa de meio-campo fazia estourar tudo nos zagueiros abandonados. Liberdade pornográfica para o São Paulo, que treinou. Poderia melhorar com Willian e sem Edenilson, é óbvio, mas Wagner Leonardo foi expulso na volta do intervalo. Não deu tempo.
Calleri acabou com a zaga do Grêmio. Marco Antônio e Danielzinho pareciam Kroos e Modric. Quanta facilidade. O 2 a 0 ficou baratíssimo. O Grêmio de Luís Castro - por enquanto: ainda é pré-temporada, que se dê tempo -, é moderno só na entrevista. Na prática, segue igual a anos anteriores. Defende-se muito mal, com marcação distante. Desorganiza-se facilmente. Toma gols demais — cansado ou descansado.
Quer mais notícias e vídeos da dupla Gre-Nal, de futebol pelo mundo e de outras modalidades? Siga @EsportesGZH no Instagram e no TikTok 📲





