
Neste domingo (25) tem Gre-Nal, mas tem também um Esporte Espetacular, na Globo, que vai mexer com a memória afetiva do torcedor brasileiro — e, claro, dos gremistas.
Embalado por um texto sempre nada convencional e cheio de percepções e olhares que só os bons repórteres sentem e enxergam — algo essencial em tempos de comunicação recortada pelas redes sociais —, o repórter André Gallindo reuniu Mazaropi, Felipão e Paulo Nunes naquela que talvez seja a última visita ao Casarão, se o Olímpico for mesmo demolido ainda este ano.
Foram 60 anos de Grêmio na Azenha, de setembro de 1954 a dezembro de 2013. Lá se vão 13 anos de ruínas a céu aberto, a propósito. Um absurdo, para a memória afetiva gremista e para Porto Alegre.
O velho Maza, como os funcionários do Grêmio o chamam até hoje, deixou uma frase na despedida:
– O Olímpico é a minha vida.
Forte, ainda mais para um mineiro que antes do Grêmio brilhou no Vasco, pegando pênalti de Zico, quando o Maracanã explodia de gente ao ponto de ir a 200 mil.
Felipão focou no cultivo da lembrança:
– Restará o que estádio representou.
Paulo Nunes falou em alma. Ele tem toda a razão. Nem a mais potente das máquinas é capaz de destruir a força indestrutível das dores e alegrias da alma.
No Esporte Espetacular deste domingo (25).
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