
O Grêmio terminou o Brasileirão em 9º lugar. Ganhou do Sport por 4 a 0 na última rodada, o que não chega a lhe render muitos méritos. Mas o fato é que amargou Z-4 por algumas rodadas, perdendo inclusive para o lanterna Sport, em casa, e chegou ao final quase beliscando uma chance de Pré-Libertadores via oitavo lugar.
Do tamanho do Grêmio? Não.
Mas com ou sem a janela de transferências Marcelo Marques, que lhe entregou Carlos Vinícius e seus 12 gols, além de Arthur e Willian, o fato é que Mano soube manter o navio sem afundar nos piores momentos.
Esperava-se mais? Penso que sim, mas ele tem a seu favor o fato de pegar um bonde descarrilhado, herança nefasta de Gustavo Quinteros. Havia defasagem física, pelo método de trabalho diferente.
Não é hora de arriscar uma ruptura
O problema é o cenário. O contexto. A próxima temporada é no mês que vem. Não há tempo de quase nada. Nem de contratar direito. A informação é que os jogadores defendem a permanência de Mano. Mudar, nesse contexto, talvez implique em risco de trauma interno. Sem contar o entrosamento com Felipão e Paulo Pelaipe.
A não ser que seja um profissional indiscutível para o seu lugar (tipo Jorge Jesus, por exemplo), é arriscado. Eu manteria Mano Menezes, em nome da continuidade e de uma pré-temporada que ele não teve. Quando recebeu melhores jogadores, o time rendeu mais e somou pontos, sobretudo em casa.
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