
Sei que a chance é perto de nenhuma, e olha que só deixo essa quase invisível fresta na porta praticamente fechada pelo grau de anormalidade do Inter pré-2026.
Sem executivo, sem vice de futebol, sem treinador e sem dinheiro (mas com dívidas), a esperança em Tite só ganhou corpo pela última rodada do Brasileirão. Vai que um milagre emenda no outro? Tite optou pela estrutura, organização, time pronto e riqueza do Cruzeiro. E agora?
Eu recontrataria Roger Machado. O presidente Alessandro Barcellos parece disposto a reconhecer erros, passo inaugural em busca de acertos. Está claríssimo que demitir Roger foi um erro rotundo, naquela ânsia de entregar um pedaço de carne aos cães vorazes.
Ramón Díaz foi buscado para impedir o Z-4, mas em vez disso o construiu tijolo a tijolo. Roger foi campeão gaúcho e, antes, recolocou o Inter na Libertadores contra todos os prognósticos.
Já aconteceu
Ficou escancarado que, com o elenco disponível, pensar em muito mais era alucinação. Roger conhece a aldeia, o clube, os jogadores e, o melhor: a gurizada da base que vinha lapidava. Não seria algo inédito.
Em 2007, Abel Braga foi demitido, ficou morando em Porto Alegre e, meses depois, voltou no lugar de Gallo. A volta de Roger soaria bombástica pelo inusitado, mas na verdade não passaria da reparação de um erro. Melhor do que uma nova aventura.
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