
Só se pode ver problema sério, para o Brasil, no Grupo C da Copa do Mundo, se o ponto de partida forem as incertezas da própria Seleção, que não inspira confiança. Melhorou com Carlo Ancelotti, mas ainda nada capaz de garantir passeio na primeira fase.
Mas escapamos, por exemplo, de Croácia e Noruega. A Croácia dispensa apresentações. A Noruega foi um furacão nas Eliminatórias da Europa, devastando adversários com goleadas impiedosas e mandando a Itália para a repescagem.
Qual time tem dois centroavantes como Haaland (Manchester City) e Sorloth (Atlético de Madri)? Os vikings ainda exibem o ponteiro Antônio Musa (Leipzig) e o camisa 10 Odegaard (Arsenal). Todos jovens, fortes e goleadores.
Pois escapamos da Noruega e da Croácia. Ambas poderiam ter caído no Grupo C. Seria muito pior, certo? Pegamos Marrocos, Escócia e Haiti.
O que vem por aí
Pedreira mesmo é Marrocos, que manteve a base semifinalista no Catar e agregou peças de seu bom trabalho na base. É uma equipe forte, com uma torcida apaixonada, que põe o coração na ponta da chuteira.
A Escócia segue na escola de força e bola aérea. Classificou-se com a pior campanha entre os europeus. Tem jogadores em ligas importantes, ok, mas toda seleção europeia em Copa tem. O Haiti pode ser o fiel da balança pelo saldo. Quem não o golear sofrerá consequências.
Na pior das hipóteses, se der tudo errado, lembre-se que oito dos 12 terceiros colocados se classificam para a fase de 16 avos, anterior às oitavas. São 48 seleções. Não há do que reclamar, enfim. É até pecado cobrar mais sorte.
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