
Fiquei impressionando com a visão do atacante gremista Alysson, 19 anos. Dono de 20% dos seus próprios direitos, aceitou deixar 10% com o Grêmio para facilitar a negociação com o Aston Villa e, claro, jogar a Premier League.
Acreditou no próprio taco. Tomou a decisão de investir em si mesmo e multiplicar esses 10% dentro da maior liga do planeta.
Assim, ao Grêmio caberá 90% do negócio, com valor fixo de 10 milhões de euros (R$ 63 milhões) e outros 2,5 milhões de euros (R$ 15,7 milhões) em metas desportivas. Será que o sobrenome — Alysson Edward — ajudou no negócio?
Proveito da base
A propósito, eis uma vantagem do Grêmio sobre o Inter em tempos de vacas magras: ativos da base que podem financiar uma montagem razoável de time.
Talvez nem seja preciso vender todos da geração sub-17. Vendendo bem Alysson e o zagueiro Luis Eduardo, por exemplo, dá para segurar Thiaguinho (volante), Gabriel Mec (atacante) e João Borne (meia), tirando proveito técnico deles antes de vender.
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