
Não é a melhor das celebrações para o tamanho do Grêmio, ainda mais contra um adversário todo reserva. Mas lembramos que o Grêmio esteve afundado no Z-4. Parecia fadado a um quarto rebaixamento que apequenaria o clube.
Aí veio a janela de emergência: Arthur, Willian, Vini e Marcos Rocha. E foram eles, após um primeiro tempo dominante do Palmeiras, que viraram o jogo para 3 a 1, após Facundo Torres abrir o placar. Amuzu empatou no finzinho, mérito individual seu, após cobrança de lateral.
Aí Mano mudou. Saíram Edenilson e Pavon. Entraram Willian e Alysson. Fez-se a luz. Vini teve quem o municiasse. Arthur, de atuação completa e de luxo, defendendo, armando e pisando na área, ganhou qualidade na armação.
Dois gols de pênalti após jogadas construídas. O Palmeiras descontou em um jogo aleatório, na bola aérea.
Houve festa na Arena. Cair seria o fim, e esse risco acabou no show de luzes da Arena. Agora é subir a régua para 2026. Só não cair é pouco.





