
Foi a vitória por 2 a 0 sobre o Libertad, no Defensores del Chaco, com a assinatura de um time maduro, acostumado a viver situações difíceis e a sair delas como se nada tivesse acontecido. Tudo parecia perdido após aquela derrota medonha para a Universidad Católica.
O Grêmio se viu em um buraco, o pior da Era Renato — tanto que foi preciso cirurgia no time, saindo as peças que não rendiam, conforme o técnico. E foram as reposições que recolocaram o Grêmio no curso normal. Matheus Henrique e Jean Pyerre pareciam veteranos no Paraguai, trocando a bola e ajudando a marcar.
Jean Pyerre quase faz um gol de placa, na segunda etapa. Entrou na área. Finalizou. Atuação de luxo. Merecia ter feito gol. Alisson se firmou pela direita, pela disciplina tática.
Everton, autor dos golaços no 2 a 0 que dá ao Grêmio a chance de se classificar com vitória em casa sobre a Católica, na última rodada, seja qual for o resultado dos chilenos contra o Rosario, nesta quarta, fez o de sempre.
Lembra do 1 a 1 na Argentina? A diferença é que, agora, o novo Grêmio criado a partir dos ajustes de Renato, com Jean Pyerre e Matheus Henrique, o acompanha. Paulo Victor fez defesa de Marcelo Grohe no segundo tempo, quando o Libertad naturalmente foi para cima. No contra-ataque, Cebolinha liquidou o Libertad a drible.
Em noite de candidato a título, o Grêmio está de volta.




