
Depois da decisão pela manutenção de Luís Castro e da saída de Antônio Dutra Junior, o Grêmio já tem um novo plano para executar. A ideia é reformular o grupo de jogadores, com muitas saídas e chegadas nesta janela de transferências. A tendência é de uma mudança importante de fotografia no trabalho.
O departamento de futebol começa com a necessidade de diminuir a folha de pagamento em mais de 20% — e isso implica em um grande número de saídas. Jogadores que ganham muito, como Braithwaite, Willian e Marcos Rocha, estão entre as negociações mais difíceis para o Grêmio neste momento.
Todos sabem que o Grêmio precisará vender jogadores. E não se surpreendam se mais de cinco atletas deixarem o clube nesta situação. O tricolor precisa, para compor as exigências financeiras, somar mais de R$ 150 milhões em vendas.
No campo dos reforços, o trabalho também será muito difícil. A ideia inicial dos dirigentes é trazer atletas com experiência. E que queiram lutar por algo na carreira. Além disso, o Grêmio não terá dinheiro para comprar jogadores e isso indica que a prospecção irá priorizar atletas liberados ou com vínculo acabando.
Em resumo, o que se fez até agora na temporada ficará para trás e o Grêmio terá cara de reformulação. O time jovem e com atletas valorizados será, em grande número, vendido — e uma nova equipe será desenhada. Desta vez, no entanto, o risco terá que ser zero, já que, diante da colocação do time no Brasileirão, não existe mais margem para erros.





