
As frases definitivas podem carimbar eternamente, seja positiva ou negativamente. No futebol, os fatos se modificam com muita velocidade e temos uma tendência a buscar tatuagens para cada nova história.
E essa coluna surge para falar de um erro cometido por mim, exatamente nesta tentativa. Humildemente, preciso pedir desculpas a um jogador.
O clássico Gre-Nal deste domingo, na Arena, deixou marcas individuais importantes, e uma, especialmente, me tocou e me fez repensar, inclusive, como devo me posicionar sobre algumas questões. Me refiro ao jovem Viery, zagueiro titular do Grêmio e de grande atuação na goleada sobre o Inter.
Em alguns episódios, critiquei o zagueiro oriundo da base e acreditei muito pouco no seu aproveitamento no profissional. Atuando improvisado em muitos jogos, pensei se tratar de um jogador que não teria protagonismo em um time do tamanho do Grêmio.
Os fatos já me desmentiram. Viery venceu e, para minha alegria e satisfação, eu errei feio. Ele não só jogará no Grêmio como dará alegria ao torcedor.
Dupla da base
Viery, ao lado de Gustavo Martins, voltará a cometer falhas no futuro. Isso é inevitável. Já sabemos, no entanto, que ele vestiu a camisa do Grêmio com força e legitimidade, consagrando a ideia de utilidade para os comandantes do trabalho e de total confiança da torcida.
Quanto a mim, apenas a lição do momento. No futebol, temos que ter um pouco de paciência e muito respeito.
Por tudo, apenas uma frase:
Desculpas, Viery, de coração!
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