
Os centroavantes e a vida do Grêmio. A mística está de volta e vamos fazer campanha.
Um dia fomos todos Tanque, o nosso imortal Juarez.
Também fomos Luiz Carvalho, a lenda.
Passamos por André Catimba e a sua cambalhota.
Torcemos por Baltazar Maria de Morais Junior, o artilheiro de Deus.
Nildo Bigode e o seu pé quente também foi festejado.
Fomos Barcos e os seus gols poucos decisivos.
Vibramos com Barrios e o seu fundamental gol de 17.
Choramos o gol inaugural de André Lima.
Fomos todos Alcindo, um dos maiores.
Tivemos também Alcino, Albeneir, Zé Alcino, Diego Souza.
Nos emocionamos com a santa cabeça de Jardel, um gênio da bola aérea.
Vivemos o curto sonho de Suárez, um uruguaio que nasceu para marcar.
Centroavantes fazem parte da nossa história e a luz voltou a brilhar por aqui. O Grêmio tem centroavante e a mística está de volta. Carlos Vinícius é o nome dele!
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