
A assinatura do convênio para a ocupação do chamado ginásio da ginástica, localizado no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE) em Porto Alegre, entre a Federação Gaúcha de Ginástica Artística, Rítmica, Trampolim, Aeróbica e Acrobática do Rio Grande do Sul (FGRS) e a Secretaria do Esporte e Lazer do Estado do Rio Grande do Sul será formalizada nesta terça-feira (5).
O imbróglio, que se iniciou ainda no começo do ano e que foi trazido aqui na coluna, no dia 9 de janeiro, com o título "A ginástica do Rio Grande do Sul pede socorro", será finalmente encerrado, evitando que um grave erro fosse cometido.
Entre o início da história, que mobilizou atletas, treinadores e dirigentes esportivos até este 5 de maio, muito coisa aconteceu, incluindo a obtenção de uma liminar para que a federação lá permanecesse e, neste verão, mantivesse o projeto que atende cerca de 400 crianças, sob a supervisão de professores e com equipamentos fruto do legado dos Jogos Rio 2016.
A Secretaria do Esporte e Lazer (SEL) lançou um edital para determinar quem iria ocupar o espaço e entre vários itens, os interessados deveriam preencher um caderno de encargos. Após análise, a FGRS finalmente foi declarada vencedora do processo.
O resumo de todo esse período — da apreensão com a possibilidade de saída quase forçada do ginásio, passando pela permanência via liminar, até a formalização do convênio — é que o esporte precisa de mais atenção e que, por vezes, a mobilização de todos os envolvidos é necessária para evitar ou corrigir injustiças.


