
A informação trazida pelo repórter João Praetzel em Zero Hora, que dá conta da possibilidade de Porto Alegre voltar a sediar a Copa Davis, é algo que deve ser comemorado.
Um evento desse porte, com a presença de um jogador como João Fonseca, é de grande relevância. Não só pela visibilidade, mas também pelo impacto financeiro em áreas como hotelaria, gastronomia, transporte e outros serviços locais.
A ideia de realizar a competição no Parque Moinhos de Vento, assim como ocorreu em 1998, quando o Brasil de Guga Kuerten e Fernando Meligeni encarou a Espanha de Carlos Moyá e Alex Corretja, em uma arena que seria erguida assim como foi 30 anos atrás, pode impactar na criação de postos de trabalho temporários e até mesmo no fomento ao comércio regional.
Ser sede de uma competição como a Copa Davis, que tem mais de 100 anos de existência e que é considerada a Copa do Mundo da modalidade, com televisionamento para mais de 150 países, ainda irá auxiliar o turismo esportivo, como ocorre por exemplo quando o STU National de Skate vem à capital, bem como projetar Porto Alegre e o Rio Grande do Sul como destino turístico.
A decisão ainda não está tomada. A ideia e a candidatura estão postas. Que surjam empresas que viabilizem o evento. Todos seriam beneficiados direta e indiretamente.
Que a possível volta da Copa Davis a Porto Alegre seja não apenas um capítulo isolado, mas um novo passo para que o esporte gaúcho volte a crescer e seja impulsionado. Público existe. O que falta é investir.



