
Estava na fila de embarque do aeroporto Salgado Filho, com destino a Congonhas, em São Paulo, onde irei acompanhar na quarta-feira (1) a Seletiva Nacional de Judô, quando uma ótima notícia chegou no meu Whatsapp.
A Federação Gaúcha de Ginástica Artística, Rítmica, Trampolim, Aeróbica e Acrobática do Rio Grande do Sul (FGRS) ganhou o edital de ocupação do já chamado ginásio da ginástica, localizado no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE) em Porto Alegre.
O tema foi trazido aqui na coluna, no dia 9 de janeiro, com o título: "A ginástica do Rio Grande do Sul pede socorro" e que serviu de alerta para um grave erro que seria cometido.
Foi necessária uma liminar para que a federação lá permanecesse e, neste verão, mantivesse o projeto que atende cerca de 400 crianças, sob a supervisão de professores e com equipamentos fruto do legado dos Jogos Rio 2016.
A Federação venceu a disputa com a Associação Vivendo Atos 29, na avaliação da banca da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer, composta por cinco integrantes.
O resultado faz justiça com as pessoas que tanto batalham para manter um projeto como esse, assim como às famílias que acabam beneficiadas pela ação da FGRS.
Que a federação siga atendendo crianças e jovens, mesmo que dali não saia nenhuma Daiane dos Santos ou um Mosiah Rodrigues, últimos gaúchos a disputarem Jogos Olímpicos na modalidade.
O simples fato de transmitir valores através do esporte já será uma medalha.




