
Um espetáculo de luzes, cores, música, história, diversidade e acima de tudo mostrando que é possível ter união e entendimento, como ocorreu no desfile da Cerimônia de Abertura dos Jogos de Inverno. O evento foi realizado em mais de uma cidade italiana, nesta sexta-feira (6), tendo como base principal o icônico Stadio San Siro, em Milão.
Na capital da moda, o Brasil brilhou com Lucas Pinheiro Braathen conduzindo o Pavilhão Nacional e, alguns quilômetros dali, em Cortina D'Ampezzo, ensaiou passos coreografados sob o comando da gaúcha Nicole Silveira e a equipe de bobsled.
Nossos atletas ainda desfilaram em Livigno e Predazzo trazendo o nosso calor e entusiasmo ao mundo dos esportes de inverno.
Mas não foi apenas na Parada dos Atletas que o Brasil brilhou na Cerimônia de Abertura. Afinal, Rebeca Andrade foi uma das personalidades escolhidas para conduzir a Bandeira Olímpica e o fez com a mesma graça que se apresenta mundo afora para conquistar títulos e fãs.

Se o Brasil não é potência nos Jogos de Inverno e ainda sonhamos com um inédito pódio, nesta edição de 2026, já é possível dizer que estamos entre os que melhor se apresentaram.
A missão inicial, os atletas e membros da delegação do Time Brasil já cumpriram em Milão-Cortina. Eles mostraram que é possível, apesar da distância, estar sob a mesma bandeira, sem divisões de classe social, raça, preferências religiosas, clubísticas e políticas.
Que os Jogos Olímpicos de Inverno nos encham de esperança, mesmo que ela seja fugaz.


