
O ano de 2025 está se encerrando e o esporte olímpico brasileiro viveu uma excelente temporada, naquela que foi a primeira temporada do ciclo Los Angeles-2028.
As projeções de futuro são muitas. O sonho de atingir recordes de medalhas no verão californiano daqui 926 dias e ver o Brasil, cada vez mais próximo do seleto grupo dos 10 países que mais conquistam pódios, se torna cada vez mais palpável.
O COB, sob nova direção, busca profissionalizar cada vez mais suas áreas e oferecer condições para que nossos atletas se desenvolvam e tenham chance de competir em posição de igualdade com os melhores do mundo.
Cada vez mais se constrói no Brasil a cultura de que se vence em outros esportes, que não seja o futebol. Aliás, a Seleção já tem longa seca de 24 anos sem vencer a Copa. Será esse ano?
Mas voltando ao esporte olímpico. Se já vivemos de fenômenos pontuais, hoje é possível nos orgulhar de uma gama bem maior de atletas de alto nível e de equipes coletivas em níveis elevados.
E tudo isso significa que o esporte cresceu. De coadjuvante e delegação simpática, o Brasil passou a ser uma ameaça às principais potências e já capaz de derrotá-las de forma regular em quase todas as modalidades.
O crescimento registrado se deve ao investimento. Sempre é bom lembrar que investir é a chave do sucesso. Se você investe em você, certamente será um (a) melhor profissional.
A lógica vale para o esporte, que já foi chamado de amador, mas que hoje em dia está longe disso. Acabou a era de se pensar em Olimpíada apenas no ano de realização dos Jogos.
Não é mais tempo de se pensar em investir no esporte olímpico a cada quatro anos ou até mesmo usar a desculpa da falta de visibilidade para não investir. Mente quem acha que não há público fora da bolha do futebol.
Para se ter ideia, a cobertura feita pelo canal SporTV 2 no Mundial de Vôlei Feminino deste ano alcançou mais de 3,8 milhões de pessoas ao longo do torneio, colocando a emissora na liderança de audiência entre mulheres e no público de 18 a 34 anos na TV por assinatura.
No Mundial de Ginástica Rítmica, disputado no Rio de Janeiro, o SporTV encerrou a cobertura com 3,9 milhões de pessoas alcançadas na televisão fechada. As transmissões garantiram a liderança no ranking de audiência na TV fechada entre as mulheres e os indivíduos entre 18 e 34 anos.
Se você ainda não se convenceu, veja os números do tênis de mesa. Em julho, os jogos de Hugo Calderano no WTT Contender de Buenos Aires, na semifinal e na final do torneio, atraíram 3,7 milhões de pessoas ao SporTV 2.
O mesa-tenista colaborou muito para as audiências. No vice-campeonato mundial em Macau, ele garantiu 1,3 milhão de pessoas ao SporTV e 535.886 espectadores simultâneos à Cazé TV.
É preciso evoluir. E isto vale para patrocinadores e mídia.



