A Copa do Mundo de 2026 viveu dois dias do gramado virando o céu daqueles mais estrelados. Dois dias da maior concentração de astros por metro quadrado. De estrelas que iluminam gerações, como o Messi e os últimos dias de brilho pela seleção argentina.
E que brilho! De Cristiano Ronaldo e a também despedida do time português. Mais um exemplo de que algumas luzes parecem desafiar o tempo. Do brilho elegante e silencioso de Luka Modric da Croácia. Da renovação do firmamento em forma de um raio capaz de iluminar quilômetros: um francês, Kylian Mbappé.
Da luz constante dos grandes artilheiros com o inglês Harry Kane. E da luz que explode em tamanho e força com o norueguês Haaland. Ainda tem aquelas estrelas que a gente não vê sempre, mas que quando enxerga no céu enche os olhos. Como não admirar o colombiano Luis Díaz?
A beleza do céu da Copa do Mundo em cada grande estrela. Mas nenhuma é capaz de iluminar tudo sozinha. O encanto acontece quando todas dividem o mesmo horizonte.
Para mais de 2 bilhões de pessoas assistirem ao mesmo espetáculo de algumas enormes estrelas.
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